domingo, 27 de janeiro de 2013

O Homem do Futuro

Viajem no tempo,"espaço-tempo-contínuo", tentando mudar o futuro...

Não, você não está vendo nada de original. E não estamos falando da clássica trilogia "DE VOLTA PARA O FUTURO" de Robert Zemeckis produzida por Steven Spielberg, mas sim de um projeto ousado para os padrões do cinema nacional hoje em dia. Sim, ousado pois até agora ninguém se atreveu a realizar uma ficção científica provando que, se pode sim, fazer um bom filme com uma boa história, por mais que se trate de um tema já explorado ao extremo. 

Com o custo médio de 8 milhões de reais, considerado um orçamento padrão para uma produção tupiniquim, o filme surpreende do início ao fim. 


O diretor Claudio Torres, afirma ser fã desde criança de filmes e seriados de ficção-científica, os chamados "enlatados americanos" e que, de tando se familiarizar com tais produções, sempre teve vontade de realizar seu próprio projeto um dia. Até ironiza dizendo que um dia, poderia se imaginar como autor de histórias em quadrinhos. Mas seu futuro, estava já escrito para ser diretor de cinema. E assim se concretizou. O filme, não deixa de ser uma produção charmosa e bem acabada além de contar com 400 figurantes, fora uma trilha sonora cuidadosamente caprichada na escolha, e cantada por exemplo, com a clássica "Tempo Perdido" do grupo Legião Urbana eternizada na voz de Renato Russo e, interpretada com maestria pela dupla de atores Alinne Moraes e Wagner Moura, em um dos melhores e mais divertidos momentos do filme. 


O longa, que agora passa a ser exibido na TV paga, nos canais da Globosat, como a Rede Telecine, também chega em DVD e por incrível que possa parecer, vencendo preconceitos e derrubando paradigmas e tabus, está sendo lançado e comercializado também na versão em High Definition - Alta Definição, ou seja, na plataforma Blu-ray. O que certa forma, uma ficção científica nacional, não poderia ficar de fora ao ser comercializado neste formato, é claro.


O longa, como já diz o próprio título, não tem nenhum "DeLoreann" como automóvel e máquina do tempo, ou algum tipo de "Capacitor de fluxo", ou até mesmo o próprio protagonista passa a conhecer seus parentes e familiares jovens. Mas segue a fórmula de sucesso das viagens no tempo, contando a história de Zero (Wagner Moura, em uma atuação brilhante como sempre), um cientista obcecado por querer modificar seu passado e futuro, criando um conversor de partículas, cuja auto-estima foi dilacerada há 20 anos por conta de uma humilhação em público, provocada e realizada pelo seu grande amor, Helena (Alinne Moraes) e seu ex-namorado, o "mauricinho" Ricardo (Gabriel Braga Nunes). E na tentativa de criar uma nova forma de energia, Zero, acaba entrando e se entregando de corpo e alma, à mercê de seu próprio projeto desenvolvido, parando acidentalmente no ano de 1991, e encontrando por exemplo, um Brasil em ascensão, onde o rock nacional começava a ganhar espaço na mídia, a rede de telefonia móvel dava início à sua implantação no mercado de Telecom, e enquanto isso, o presidente da nação, já "estudava" uma forma de, num "segundo plano", conter a alta da inflação, entre outras situações pouco agradáveis e que marcaram a época que o impediu de seguir seu mandato adiante, sendo substituído pelo seu vice.

Se você ainda não assistiu, assista. Nada será como antes...

sexta-feira, 11 de janeiro de 2013

Dos desenhos clássicos para a vida real e vice-versa

Quando assistimos a um desenho, seja ele da Disney, DreamWorks, ou qualquer outra grande companhia que seja, sabe-se que os desenhos sempre foram inspirados em cenas da vida real. Isso mesmo. É o trabalho minucioso de desenhistas, que conseguem capturar na essência dos movimentos graciosos do universo animal, as famosas cenas que você verá a seguir e, que emocionaram plateias em todo o mundo com essas belíssimas histórias que até hoje, são contadas de geração em geração, encantando pessoas de todas as idades.

Observe as fotos a seguir e quem sabe você consegue identificar o nome de cada um deles...























Os grandes clássicos inspirados na vida real...

quinta-feira, 10 de janeiro de 2013

A vida imitando a arte numa eterna brincadeira


O britânico Mike Stimpson recria fotografias clássicas usando Lego.

“Classics in Lego” é sem dúvida uma série fotográfica de cativante. A principal razão disso é que ela combina dois elementos infalíveis da cultura pop: fotografias clássicas e Lego. Mas o trabalho não teria recebido tanto destaque se não fosse o talento de Mike Stimpson, o fotógrafo britânico por trás das câmeras. É ele quem constrói os cenários a partir do brinquedo-sensação, recriando imagens icônicas de personagens e momentos marcantes da história mundial.


Um dos aspectos mais legais do trabalho de Stimpson é que ele conta e mostra os bastidores de cada retrato. A recriação da fotografia “Almoço no Topo do Arranha-Céu”, por exemplo, foi registrada com uma Nikon D200, com a iluminação principal feita por um flash SB-28, a 1/64 de potência, e a luz de fundo produzida por um SB-24, a 1/16 de potência, com o auxílio de uma folha de papel branca para aumentar ainda mais a claridade.


No Flickr, o álbum "Clássicos em Lego", em tradução livre, já passa de 1,3 milhão de visualizações. As criativas adaptações também podem ser vistas no site de Stimpson e na página do fotógrafo do Facebook, onde ele conta com mais de seis mil assinantes.


Por causa do sucesso, o projeto já foi publicado em várias revistas dentro e fora do Reino Unido, além de ter sido divulgado pela rede de televisão britânica BBC. “Meu trabalho já recebeu destaque em revistas de todo o mundo, que abordam temas tão diversos como cultura política alemã ou negócios brasileiros”, orgulha-se o artista em sua página.


Apesar do reconhecimento na área, Stimpson, que é fã dos renomados fotógrafos Ansel Adams e Henri Cartier-Bresson, não se dedica em tempo integral à arte. Essa é uma ocupação noturna de Mike, que durante o dia é programador de computadores.

terça-feira, 8 de janeiro de 2013

5 coisas que você precisa saber sobre a toxina botulínica

Vejam só o que o botox pode acarretar quando aplicado em excesso. Seja por vaidade ou não...

A atriz Anjelica Huston, 61, mostrou o rosto bem inchado durante coletiva de imprensa realizada no último Domingo dia 06/01. Anjelica é famosa pela personagem Mortícia, do filme "Família Addams".


"Eu fui a um médico que disse 'Angélica, temos essa coisa nova, maravilhosa, que é a toxina botulínica'. Ele pegou uma agulha enorme e aplicou. A dor era algo inexplicável. Engoli a seco, me contorci toda e tive uma dor de cabeça que durou quatro dias", contou Anjelica sobre a aplicação.



A atriz contou também, ao site Daily Mail, passar por outros tratamentos para retardar o envelhecimento.




Desde que sua utilidade foi descoberta pela medicina, a toxina botulínica faz a alegria da mulherada que se apavora com as rugas e quer esconder uns aninhos carregados na face. O dermatologista Flávio A. de Andrade, da clínica FEM, montou uma lista com 5 fatos sobre essa técnica de rejuvenescimento facial.


1.  Seu rosto não ficará paralisado. O tratamento com a Toxina Botulínica irá relaxar alguns músculos específicos, que são os causadores das linhas de expressão faciais. Essas linhas de expressão deixam as feições sugestivas de preocupação excessiva, stress ou raiva. Com a aplicação da toxina nesses músculos, seu rosto irá abandonar aquela contração forte, deixando a pele da região mais lisa e livre de rugas profundas; 

2. Você não irá ficar com o rosto deformado ou com as sobrancelhas do Jack Nicholson. Não o ator citado, mas tantas outras pessoas públicas e seus médicos perdem o senso critico e exageram em seus tratamentos estéticos. Vale a pena lembrar que provavelmente existe nesses casos uma associação imprópria  de vários procedimentos sucessivos, levando a um resultado final esteticamente desastroso. Também é importante procurar conhecer o trabalho do seu dermatologista, avaliando estatísticas de satisfação dos seus pacientes já tratados com esses métodos; 

3. A toxina não é indicada apenas para depois dos 50 anos. Ela deve ser utilizado quando necessário para reduzir rugas indesejadas , e o fato delas existirem já justifica seu uso. Isso pode acontecer aos 30, 35 ou 40 anos. E, ao contrário do que se acredita, os resultados melhores e mais naturais são obtidos nos casos iniciais de enrugamento, ou seja, em pessoas jovens. Principalmente em se tratando das rugas glabelares, aquelas localizadas entre as sobrancelhas. Essas são removidas com facilidade e com o uso repetido. Esses pacientes não precisarão de reaplicações tão freqüentes, pois seu uso contínuo irá deixar um efeito " educativo" e o paciente ficará acostumado a não utilizar tanto essa musculatura facial causadora das rugas profundas; 

4. Homens também podem usufruir da técnica. Porém, obviamente, os pontos de aplicação e os resultados são totalmente diferentes dos obtidos pelas mulheres. No caso deles, o dermatologista experiente tomará os devidos cuidados para não descaracterizar o rosto masculino, deixando- o o mais próximo possível do natural. A má noticia é que, por ter uma musculatura mais robusta, os homens precisam de mais unidades  (material) da toxina botulínica para obter o efeito desejado, podendo ficar mais cara a aplicação; 

5. A aplicação não precisa ser feita numa 6ªfeira à tarde. Não mesmo! Já existem milhares de pacientes tratados e com isso sabemos que trata-se de um procedimento pouco invasivo que pode ser realizado na hora do almoço, ou antes da reunião com seu principal cliente, por exemplo. O incômodo é mínimo e totalmente suportável.  O tempo de recuperação coincide com o tempo que o paciente se levanta da cadeira do consultório do dermatologista para a aplicação do protetor solar antes de voltar para suas atividades. 

segunda-feira, 7 de janeiro de 2013

Aokigahara - A Floresta do Suicídio


Um assunto que está dando o que falar. Já ouviu alguma menção sobre a "FLORESTA FANTASMA"? Não? Pois então leia o artigo a seguir e você irá se surpreender.
Aokigahara (青木ヶ原), também conhecida como Mar de Árvores (樹海), é uma floresta de 35km² situada na base noroeste do monte Fuji, no Japão. A floresta contém um grande número de rochas e cavernas de gelo, alguns dos quais são pontos turísticos populares. Devido à densidade das árvores, que bloqueiam o vento, e à ausência de vida selvagem, Aokigahara é conhecida por ser estranhamente silenciosa. Contam-se muitas lendas à respeito da tal floresta macabra. Algumas delas, a relacionam com demônios e espíritos malignos característicos da mitologia japonesa conhecida por ser um local comum de suicídios. No ano de 2010, por exemplo, foram encontradas 54 pessoas que cometeram o ato suicida propriamente dito. Apesar de numerosas mensagens, deixadas em japonês e inglês, para que as pessoas reconsiderassem suas ações. Em média, são encontrados 100 corpos por ano, alguns em avançado estado de putrefação ou até mesmo somente seus esqueletos.
O brasileiro Luiz Henrique Pelissaro esteve dias 2 e 3 de janeiro de 2010 percorrendo toda a extensão da floresta, e pôde comprovar que o lugar é realmente assustador. Diversos vídeos foram gravados, e poderão ser vistos no documentário que será lançado em fevereiro próximo, com muitas novidades, verdades e mitos sobre o tenebroso bosque.
Quanto a geografia local, o solo da floresta é principalmente composto por rochas vulcânicas, sendo difícil penetrá-la com ferramentas manuais, como pás. Existem diversas trilhas não oficiais que são geralmente usadas para a "caça ao corpo", que acontece com certa regularidade feita por voluntários locais. Nos últimos anos, excursionistas e turistas começaram a marcar os caminhos por fita plástica de modo a poder encontrar novamente a mesma trilha, existe também a hipótese de isso ser feito por suicidas indecisos, que avançam para trilhas secundárias pensando em cometer o ato. Embora os oficiais as removam de tempos em tempos, para evitar o depósito de lixo na floresta, muitos turistas continuam deixando-as nas árvores. Grande parte das marcações encontra-se espalhada por todo o primeiro quilômetro da floresta, passando pelas trilhas que levam aos pontos turísticos, como a Caverna de Gelo e a Caverna do Vento. Depois desses pontos, a floresta está mais próxima da sua condição original, com poucas trilhas e sem sinais óbvios da presença de pessoas.
A floresta é um lugar de suicídio coletivo, considerado o mais comum do Japão e o segundo do mundo, atrás apenas da Ponte Golden Gate, em São Francisco. As estatísticas variam, no período anterior a 1988, ocorriam cerca de 30 suicídios cada ano. Os números aumentaram desde então.

Em 2002, 78 corpos foram encontrados dentro da floresta, batendo o recorde que até então acontecera no ano de 1998, quando 73 corpos foram encontrados. Em 2003, o número chegou a 100, quando deixou de ser divulgado pelo governo na tentativa de diminuir a relação da floresta com o suicídio, outras referências de entidades não ligadas ao governo e dados informais continuaram a existir. Em 2004, 108 pessoas se mataram na floresta. Em 2010, 247 tentaram suicídio, mas apenas 54 completaram o ato. O mês de maior número de suicídios no Japão é março, o fim do ano fiscal no país.
O alto índice de suicídios chamou a atenção das autoridades japonesas, que colocaram avisos em japonês e inglês desencorajando o ato. A "Caça ao Corpo" consiste em um pequeno exército formado por policiais, voluntários e jornalistas que buscam por corpos na floresta, é realizada desde 1970. A popularidade da floresta como lugar de suicídios surgiu em 1960, na novela , de Seichō Matsumoto, que termina com dois amantes cometendo suicídio na floresta. Porém, os relatos de suicídio na floresta precedem da publicação da novela, e o lugar há muito tempo era associado à morte. Talvez ele seja praticado na floresta desde o século XIX. A floresta é supostamente assombrada pelos fantasmas daqueles que morreram.

Sinistro...


sexta-feira, 26 de outubro de 2012

SKYFALL - Uma nova era para James Bond


Foi-se o tempo em que as aventuras do Agente 007 James Bond, fiel escudeiro a serviço secreto de Sua Majestade a rainha, era sinônimo de surrealismo e fantasia do impossível. Ostentando uma rica e vasta galeria de vilões, todos como o mesmo objetivo em comum, ou seja, sempre conquistar e dominar o mundo; o velho mesmo sonho destes capitães da indústria, senhores supremos do mal. Não que isso interfira também nas conquistas amorosas de exuberantes “Bondgirls”, o que James Bond sabe fazer melhor que ninguém.


Qual será o motivo pela qual multidões são atraídas ao universo fantástico de 007? Existe uma explicação plausível para tanto sucesso em 50 anos de existência? Tanto na literatura, como no cinema, James Bond é o que se pode chamar de atração para todas as faixas etárias.

Nada de canetas explosivas, cigarros lança-misseis, relógios detonadores que ativam laser, entre outras gadgets que fizeram o personagem de Ian Fleming se tornar tão popular aos cuidados de seu “Anjo da Guarda”, o armeiro responsável pelo Q-Branch, Major Boothroyd, ou mais conhecido como “Q”, agora na pele de um jovem geek (na brilhante interpretação do ator Ben Wishaw), que segundo ele mesmo, é capaz de fazer um grande estrago apenas com um notebook até vestindo pijamas. Saem de cena os atores Sean Connery, Roger Moore, George Lazenby, Timothy Dalton e Pierce Brosnan, e eis que surge Daniel Craig.


Parrudo, muitas vezes criticado por sua atuação e faltar com os quesitos simpatia, classe e carisma, parece ter se encontrado nesta 23ª aventura da franquia mais longínqua de uma das séries cinematográficas mais rentáveis dos últimos tempos. Estamos falando de "007 Operação Skyfall - SKYFALL".


Após um jejum de 4 anos temendo e correndo o risco da franquia tornar-se obsoleta, os produtores resolvem reinventar o personagem trazendo o lado mais humano ao público. O que de fato, nem sempre foi assim. Em Cassino Royale e em sua continuação Quantum Of Solace, Daniel Craig teve a oportunidade de mostrar seu talento. Mas é em 007 - Operação Skyfall, que seu James Bond finalmente encontra o caminho para o sucesso.


Tudo funciona perfeitamente. Desde a sua atuação, o que impressiona e convence tanto como 007, quanto a trilha sonora, o enredo, locações, Bondgirls e um vilão que realmente não somente assusta, mas também rouba a cena como um oponente à altura, de mente perturbada e doentia e que há tempos não éramos brindados com um tipo tão rico e ao mesmo tempo tão perigoso. Assim pode ser descrito o personagem de Javier Bardem.


Mas existem pequenas falhas, sintonia fina que acreditamos que nas próximas aventuras estarão todas elas em seus devidos lugares.


Daniel Craig está tão incrivelmente à vontade, que o que se vê diante dos próprios olhos é James Bond. E se antes, dúvidas pairavam no ar quanto ao seu desempenho, agora pode se afirmar com todas as letras e sílabas que Craig merece o respeito e reverência até dos mais antigos e tradicionais fãs. Seja bem vindo aos corações de devotados fãs neste novo bravo novo mundo. 

Operação Skyfall, não é o fim e sim o início de uma nova era Bondiana. 

sexta-feira, 21 de setembro de 2012

Maridos pulando a cerca e com muito humor

Em nove histórias divertidas e curtas, em formato de pequenos esquetes, o filme "Os Infiéis", diverte escandalosamente com um panorama focalizando as traições conjugais.

A frase do dramaturgo Nelson Rodrigues que diz que toda a unanimidade é burra, aplica-se bem à comédia francesa "Os Infiéis". Enquanto uns devem rolar de tanto rir com o humor afiado e propositalmente misógino, outros, podem achar a fita grosseira. Nem sempre se pode agradar a gregos e troianos. Mas a grande verdade é que, o sucesso de bilheteria em seu país de origem, levando cerca de 2 milhões de ingressos vendidos, trata-se na verdade, de um projeto pessoal do ator Jean Dujardin (vencedor do Oscar 2012 de melhor ator e também melhor filme e diretor "O Artista"). Além dele, seis outros diretores e quatro roteiristas, se dividiram na criação de nove histórias curtas.

Quase sempre, longas-metragens em esquetes tendem a ser irregulares. Isso ocorre devido ao saldo revelador bastante irregular, já que nos capítulos, a graça original está na imposição superior às tramas dramáticas e de tom explicitamente machista. 


Só o prólogo, já se dá uma ideia do conjunto da obra. Mesmo casados, os amigos Fred (Dujardin) e Greg (Gilles Lellouche), ambos na idade do lobo, aproveitam a balada e transam com mulheres de apenas uma noite. Os mesmos personagens voltam no derradeiro episódio onde largam suas esposas por uns dias, indo atrás de americanas em Las Vegas. Polêmica, a conclusão pode estarrecer o espectador. Dois outros curtas também se destacam, onde comandados por Michel Hazanavicius (premiado diretor de "O Artista"). Dujardin interpreta um patético conquistador disposto a levar para a cama qualquer colega de trabalho após uma palestra num hotel. E o realizador  Alexandre Courtês, reune o maior elenco masculino de toda a produção para, diante de uma psicologa (Sandrine Kiberlain), tratar o vício em sexo, em uma divertida sessão de terapia. A infidelidade, então, marca presença na vida de um dentista quarentão (Lellouche), apaixonado por uma jovem estudante, e no cotidiano de um casal aparentemente feliz (Dujardin e Alexandra Lemy), onde nesses contos, a sátira cede espaço ao melodrama.

Mesmo assim, a atuação dos atores é surpreendente. Nem é preciso dizer o quão versátil o ator Jean Dujardin não somente desempenha sua verve artística como também arrasa sem falas no filme o qual o consagrou como melhor ator em "O Artista". Já em "Os Infiéis", ele e o colega Lellouche, se alternam para viverem os protagonistas e se saem a contento em todos os momentos. O trunfo do filme, contudo, está é no livre-arbítrio e na ousadia destes dois grandiosos atores e camaradas, exporem às claras seus pensamentos sobre a traição conjugal.

E se você ainda acha que já havia visto de tudo em "Atração Fatal", é porque ainda não assistiu ao filme "Os Infiéis"...

segunda-feira, 17 de setembro de 2012

Chuchu beleza

Por ser uma planta pertencente à família das cucurbitáceas, o chuchu (que leva seu nome científico de "Sechlum Edule"), era cultivado desde os tempos pré-colombianos pelos antigos habitantes do México e da América Central. Hoje, cultivado em vários outros países como Austrália, Itália, Espanha, Indonésia e Argélia, a hortaliça ainda é mais comum de ser encontrada na América Latina estando entre as mais consumidas principalmente no Brasil. 


Outra curiosidade sobre sua origem, como é conhecido em inglês pelo seu nome de "Vegetable Pear", "madeira marrom" ou "Chayote", também conhecido em países latinos como México, Nicarágua, Costa Rica e Panamá. Já na Argentina, é chamado de "Cayota". E em português, "Chuchu", "Chocho" ou "Machuchu". Em italiano, "Secchio" e em francês "Chou-Chou". 


Com seu formato peculiar de pêra e de aroma delicado e sabor agradável e suave, o vegetal, de produção rápida e farta, podem ser colhidos de três a quatro meses após seu plantio. O tipo mais comum, tem em cerca de 300 gramas, pele lisa e coloração verde-clara, porém, há variedades verde-escuras, lisas e com pequenos espinhos. Existem ainda os pequeninos de cor amarela. Em países da América Central, há uma grande variedade, cor-de-laranja e coberta de pontas espinhosas mais ou menos moles. Embora não seja hábito no Brasil, o chuchu pode ser consumido cru, em saladas, como na América Central e no México onde até aproveitam suas inúmeras qualidades entre elas, o suco. Mas também pode ser frito, cozido, picado e assado. 


Entre as propriedades do chuchu, é excelente e indicado para quem sofre de obstipação intestinal, já que é rico em fibras e ajuda a estimular o peristaltismo intestinal, também indicado para dietas devido ao seu baixo teor calórico e pouco energético. 


E como se escolhe um bom chuchu? Normalmente em feiras livres e abertas e em supermercados durante o ano todo. Mas vale lembrar que a oferta é maior no período da safra, que vai de maio a julho e de outubro a novembro. Portanto, convém comprar e adquirir os vegetais firmes, sem manchas ou danos nas cascas e de cor uniforme, podendo ser verde-claro, amarelo ou verde-escuro, que são considerados mais ricos em betacarotenos. Temperaturas frias, podem provocar erupções e manchas marrons na polpa. Se comprado fresco e em boas condições, pode durar por até 14 dias na parte de baixo da geladeira, ou 7 dias em temperatura ambiente fresca.

sábado, 8 de setembro de 2012

As melhores e as piores trilhas sonoras de todos os tempos

Quando assistimos a um filme no cinema, o que fica na nossa memória, certamente é a música. A famosa "TRILHA SONORA". Porém, nem sempre as trilhas sonoras agradam. Aliás, dificilmente é possível agradar a todos. Não tem como. Mas na medida do possível, tenta-se ao máximo.


E em uma pesquisa recentemente realizada pela revista "Entertainment Weekly", um artigo publicado, revelou quais são as melhores e as piores trilhas sonoras de todos os tempos. Confira abaixo as 10 melhores e as 10 piores. Você irá se surpreender.




10 melhores:



01. Céline Dion, ”My Heart Will Go On” (Titanic)
02. Isaac Hayes, ”Theme from Shaft” (Shaft)
03. Whitney Houston, ”I Will Always Love You” (O Guarda-Costas)
04. Judy Garland, ”Over the Rainbow” (O Mágico de Oz)
05. Bill Medley and Jennifer Warnes, ”The Time of My Life” (Dirty Dancing)
06. Audrey Hepburn, ”Moon River” (Bonequinha de Luxo)
07. Bruce Springsteen, ”Streets of Philadelphia” (Filadélfia)
08. Barbra Streisand, ”The Way We Were’‘ (Nosso Amor de Ontem)
09. Irene Cara, ”Fame” (Fama)
10. Randy Newman, ”You’ve Got a Friend in Me” (Toy Story)



10 piores:




01. Pitbull, ”Back in Time” (Men In Black 3)
02. Elton John, ”El Dorado” (O Caminho para El Dorado)
03. Will Smith, ”Wild Wild West” (As loucas aventuras de James West)
04. Cyndi Lauper, ”The Goonies ‘R’ Good Enough” (Os Goonies)
05. Michael Jackson, ”Ben” (Ben, O Rato Assassino)
06. Paul McCartney, ”Spies Like Us” (Os Espiões que Entraram numa Fria)
07. MC Hammer, ”Addams Groove” (A Família Addams)
08. Maureen McGovern, ”We May Never Love Like This Again” (Inferno na torre)
09. Vanessa Williams, ”Colors of the Wind” (Pocahontas)
10. Garbage, ”The World Is Not Enough” (007 – O Mundo Não é o Bastante)






Agora, daqui por diante, quem sabe os produtores de Hollywood se empenham juntamente com seus maestros, em produzirem trilhas sonoras de qualidade. O fato é que sempre teremos as famosas "zebras" musicais...